Falar em temas transversais pode parecer, ainda, algo muito estranho para vários professores. Mas, na verdade, apesar das dúvidas e indagações existentes este tema vem sendo discutido há um certo tempo. Desde 1995 quando o Ministério da Educação começou a formular os Parâmetros Curriculares Nacionais que esta discussão começou a tomar conta da agenda de alguns edcadores. Mas, afinal de contas, o que vem a ser Temas Transversais? De que forma se daria esta reforma na atual estrutura curricular? Foi buscando responder a estas questões e, principalmente, fomentar o debate, que a Sinpro Cultura foi entrevistar o professor Ulisses Ferreira Araújo. Doutor em Psicologia Escolar pela USP e professor do Departamento de Psicologia da Faculdade de Educação da Unicamp, onde também é coordenador da área de ensino, avaliação e formação de professores. Ele esteve na Espanha (país que inspirou a proposta de transversalidade elaborada pelo MEC) e acompanhou de perto o início desta discussão. Além disso, está coordenando uma coleção com dez livros de várias áreas sobre o tema para a Editora Moderna. Certamente que sua contribuição é fundamental para esta discussão que se faz necessária e inadiável. Como seria? O que mudaria? Confira o que este professor pensa e defende sobre a transversalidade. Para ele, os temas transversais vieram para ficar. "Podem até mudar o nome, mas são irreversíveis."
2 comentários:
Entrevista com Prof. Ulisses Ferreira de Araújo
(cedido pela Revista Simpro Cultura)
OS TEMAS TRANSVERSAIS ESTÃO NA MIRA DO COTIDIANO ESCOLAR
(Por Clóvis Tôrres – Jornalista da Sinpro)
Falar em temas transversais pode parecer, ainda, algo muito estranho para vários professores. Mas, na verdade, apesar das dúvidas e indagações existentes este tema vem sendo discutido há um certo tempo. Desde 1995 quando o Ministério da Educação começou a formular os Parâmetros Curriculares Nacionais que esta discussão começou a tomar conta da agenda de alguns edcadores. Mas, afinal de contas, o que vem a ser Temas Transversais? De que forma se daria esta reforma na atual estrutura curricular? Foi buscando responder a estas questões e, principalmente, fomentar o debate, que a Sinpro Cultura foi entrevistar o professor Ulisses Ferreira Araújo. Doutor em Psicologia Escolar pela USP e professor do Departamento de Psicologia da Faculdade de Educação da Unicamp, onde também é coordenador da área de ensino, avaliação e formação de professores. Ele esteve na Espanha (país que inspirou a proposta de transversalidade elaborada pelo MEC) e acompanhou de perto o início desta discussão. Além disso, está coordenando uma coleção com dez livros de várias áreas sobre o tema para a Editora Moderna. Certamente que sua contribuição é fundamental para esta discussão que se faz necessária e inadiável. Como seria? O que mudaria? Confira o que este professor pensa e defende sobre a transversalidade. Para ele, os temas transversais vieram para ficar. "Podem até mudar o nome, mas são irreversíveis."
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